Chupeta

O mais novo caso de excesso de referência, em um anúncio para a Suzuki a África transcendeu limites. Confiram.

O mais novo caso de excesso de referência, em um anúncio para a Suzuki a África transcendeu limites. Confiram.
Aproveitando todos os recursos da mais alta tecnologia no desenvolvimento de bens de consumo, as concorrentes, Mini e Smart, prometem mundos e fundos com os novos conceitos apresentados no Salão do Automóvel de Paris. Além de motores elétricos que poderão ser recarregados em qualquer tomada, as duas montadoras prometem veículos bonitos e sustentáveis. Confira as imagens e mais infos:





Achei espetacular esse vídeo da Volkswagen produzido pela Agência DDB de Estocolmo na Suécia. No YouTube, você ainda pode conferir mais um vídeo relacionado à mesma campanha, exemplo de interatividade e criatividade.
Fica claro, como coisas simples podem mudar facilmente o comportamento do consumidor e como as grandes marcas, como a Volkswagen devem interagir com o receptor da mensagem. Não por ser uma comunicação surpreendente com um conceito esmagador, longe disso inclusive.
O grande lance do negócio é que através de ações simples a marca fortalece sua imagem social e cada vez mais se torna, mais do que um produto de consumo, uma entidade ativa na sociedade.
Já faz tempo que eu não vejo um filme brasileiro tão bom quanto esse, desenvolvido pela Y&R Argentina, ainda com o conceito "Open Happiness".
Independente dos padrões regionais esse filme faz juz a grandeza da marca Coca-Cola e o apelo emocional aproxima mais ainda a marca do cliente.
Mais a mensagem intrínseca nesse comercial, ou seja, a força dos jovens pode mudar todo o ambiente ao seu redor, é de muita valia para o mercado publicitário brasileiro, que há muito, precisa de doses cavalares de criatividade e funcionalidade.
o vídeo eu vi no comunicadores
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Desde criança sempre ouvi que "fazer arte" é fazer algo que não agrada a maioria, fazer bagunça. Apesar da descontrução desse arquétipo na adolescência, descobri que não somente eu, aprendia dessa forma.
O conceito que a agência Unitas/RNL de Santiago no Chile partia exatamente dessa idéia. Por isso, foram aplicados adesivos em alguns muros grafitados da cidade, entendo-se que as cores e formas dessas manifestações artísticas são resultados dos lápis-de-cor da Faber-Castell.
Uma maneira simples de interagir com o público e comunicar os atributos do produto assertivamente.
Quem é que não assistitiu a rídicula minissérie "Entrelaçadas" todas as quintas nos intervalos da novela Caminho das Indías na Globo ?
Fala sério !!!!
Odiei aquela Mariana correndo atrás daquela Lilian Botafogo.
A Unilever deve achar que toda mulher que usa o shampoo Seda é idiota, só pode !!!
Ainda bem que eu não uso Seda.
Pra mim, a razão de compra de um shampoo, no caso a linha sem sal, seria para deixar meus cabelos ainda mais bonitos e prevenir agresões por conta de químicas nos cabelos e protegê-los contra quebras, etc...Não correr a trás de uma super estar da moda. A moda sou eu, o foco sou eu quanto mulher, não ser a cópia de outra.
Ter estilo é usar o bom sem se preocupar com o outro!
Mais um stop motion sensacional por aqui. Dessa vez para divulgar um setor especial do Museu BMW em München. O setor dedicado ao BMW Isetta, aquele do Pit Stop na animação Carros da Pixar.
Milhares de miniaturas do carro foram usadas pela agência 19:13 Werbeagentur que produziu o vídeo onde os carrinhos passeam pelo museu e pela cidade. O automóvel, foi um clássico da BMW nos anos 50, dando origem inclusive, ao Romi-Isetta, o primeiro carro fabricado no Brasil.
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A GM divulgou sketches do Chevrolet Agile, carro pequeno que chega no fim do ano. Que vem para concorrer por uma faixa etária formada provavelmente por pessoas até 35 anos, assim como o Novo VW Fox, Kia Soul e o aclamado Mini Cooper.O filme que a Y&R de Londres criou para a Virgin Mobile, uma das empresas monstro, da indútria fonográfica, faz juz ao seu título: "Fantastic Journey". Além da jornada que o personagem principal faz, quem assiste tabém pode fazer uma jornada, dependendo do ponto de vista.
O que eu quero dizer é: Será que finalmente, depois de inúmeras e consistentes tentativas, a indústria fonográfica conseguiu achar a luz no fim do túnel? A saída para construir um novo modelo de negócio?
Cabe a nós, da comunicação, captar com perspicácia as estratégias, mesmo que retraídas, dessas grandes empresas e convertê-las em benefícios no nosso próprio negócio. Fica a observação.
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